segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Café artesanal da família Eleotério faz sucesso na região do Caparaó

Café artesanal é aquele em que o proprietário envolve-se diretamente em todas as etapas do processo produtivo. É exatamente isso que ocorre na Fazenda São José, no município de Ibitirama. Sob a supervisão direta de seus proprietários e administradores, Carlos Alberto Lopes e Marinêis Eleotério, busca-se fazer um café de extrema qualidade e artesanal.

                                                                                            Fotos: Divulgação/Bandes
Há sete anos, a família Eleotério procurou o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) para começar sua plantação. Hoje, já possuem 80 mil pés de café do tipo arábica. Carlos Alberto, conhecido popularmente como ‘Alemão Eleotério’, resolveu investir na qualidade de sua plantação e comercializar não somente os grãos, mas o café torrado, moído e com embalagem própria.

Para essa segunda etapa, mais uma vez recorreu ao Bandes para aquisição do maquinário necessário e assim surgiu o ‘Café Eleotério’, comercializado em seis municípios da região do Caparaó. Com a pequena agroindústria equipada, o segundo passo passou a ser a busca do mercado. “Percebi que o café com mais qualidade tinha melhor preço e tinha pessoas interessadas em comprar”, conta o produtor.

No início, o processo era feito com um torrador manual. Na medida em que ouve aumento na participação do mercado, foi adquirido um torrador elétrico de 15 kg, e depois um outro que comportava uma saca. A família também comprou um moinho para diversificar o negócio e apostou em embalagens personalizadas para vender. ”A minha expectativa é a venda de 4,5 a 5 mil fardos de café neste ano”, enfatiza o empreendedor.

Alemão também destaca que a produção ainda é pequena, tocada por duas famílias, ele e a esposa e a cunhada e o marido, mas a parceria com uma nova distribuidora fará com que o produto chegue agora na Grande Vitória.

Crédito produtivo e orientado

A passagem de uma produção artesanal, como o caso da família Eleotério, para uma pequena empresa agroindustrial requer planejamento, capacitação e investimento. O empreendedor destaca que antes de investir na produção buscou conhecimento por meio de cursos ligados ao empreendedorismo e fez uma pequena pesquisa de mercado.

A consultora credenciada pelo Bandes na região, Raniella Dornelis, afirma o papel do crédito orientado para o empreendedor investir em seu próprio negócio. “O Bandes é importante para os empresários que buscam acessibilidade ao crédito com juros reduzidos sim, mas o mais importante é que se trata de um Banco que além de oferecer essa vantagem, capacita profissionais (consultores) para estarem próximo da realidade desses empresários, fazendo o trabalho dentro da empresa dos mesmos e “respirando” o universo empresarial que cada um construiu para si, portanto, eu consigo não só elaborar o projeto mas também ajudar a descobrir o que o cliente precisa de fato”, enfatiza a consultora.

Para Raniella a capacitação feita pelo Bandes junto às consultorias técnicas credenciadas que atuam com projetos de financiamento permite que o empreendedor enxergue o crédito como um investimento em seu negócio “Tudo se resume em investir com planejamento, consciência e responsabilidade, o Bandes nos permitir trabalhar esse pensamento junto aos empresários, evitando endividamentos” esclarece.

Fonte: Secom ES

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