sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Praias de Vitória estão impróprias ou interditadas para banho

Praias de Vitória estão impróprias ou interditadas para banho

As 26 praias de Vitória estão impróprias ou interditadas para banho, foi o que apontou o último teste de balenabilidade feito na capital, divulgado nesta quinta-feira (8). Segundo a prefeitura, a situação foi provocada por conta do excesso de chuvas.

Foto: André Sobral/AssCom Prefeitura de Vitória
A análise de balneabilidade acontece todas as segundas-feiras e a divulgação acontece às quintas.

De acordo com a resolução nº 274 de 29 de novembro de 2000, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), as águas serão consideradas impróprias quando no trecho avaliado for verificado pelo menos uma das seguintes situações: Valor acima do estabelecido de coliformes fecais; Valor acima do estabelecido de enterococos; Incidência elevada ou anormal de doenças transmissíveis por via hídrica na região, indicada por autoridades sanitárias; Presença de resíduos sólidos ou líquidos, inclusive esgotos sanitários, óleo, graxas e outras substâncias; Floração de algas ou outros organismos, até que se comprove que não oferecem Riscos à saúde humana;

Ainda segundo a resolução, os trechos das praias e dos balneários serão interditados se o órgão de controle ambiental responsável constatar que a má qualidade da água justifique a medida.

Confira os pontos:
Impróprios

1 Praia Enseada do Suá (praia do meio, embaixo da Terceira Ponte)
2 Enseada do Suá (Praia do Suá, ao lado da Capitania dos Portos)
3 Praia de Santa Helena (100 metros à direita da Ponte da Ilha do Frade)
4 Praia do Canto (próxima à Praça dos Desejos, em frente à Escola de Velas)
5 Praia de Camburi (Av. Dante Michelini, 150 metros antes do segundo píer)
6 Praia de Camburi (Av. Dante Micheline, em frente à entrada da antiga feira dos municípios)
7 Mata da Praia (Av. Dante Michelini, esquina com a Av. Adalberto Simão Nader)
8 Jardim da Penha (Av. Dante Michelini, esquina com a Av. Nicolau Von Shilgen)
9 Jardim da Penha (Av. Dante Michelini, esquina com a Rua Comissário Otávio Queiroz)
10 Jardim da Penha (Av. Dante Michelini, esquina com a Rua Eugenilio Ramos)
11 Jardim Camburi (Av. Dante Michelini, 150 metros antes do primeiro píer)
12 Praia do Canto (80 metros após do Iate Clube)
13 Praia do Canto (80 metros antes da Ilha do Frade)
14 Ilha do Frade (primeira praia à direita)
15 Ilha do Frade (Rua Desembargador Alfredo Cabral, m frente ao número 1255)
16 Ilha do Frade (Praia de Castanheira)
17 Ilha do Boi (Praia da Direita)
18 Ilha do Boi (Praia Grande)
19 Praia de Santa Helena (200 metros antes das barracas da Curva da Jurema)
20 Praia de Santa Helena (em frente às barracas da Curva da Jurema)
21 Jardim Camburi (Av. Dante Michelini, próximo ao viaduto Araceli Cabrera Crespo)
22 Jardim Camburi (Av. Dante Michelini, esquerda com a Rua Silvino Grecco)

Interditados

1 Praia de Camburi (Jardim da Penha - Canal de Camburi, 50 metros após o primeiro píer)
2 Santa Luiza (Canal da Passagem - perto da Ponte da Passagem, em Jardim da Penha)
3 Santo Antônio (Praia de Santo Antônio - Academia Popular)
4 Jesus de Nazareth

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Barreira cai e interdita estrada que liga Afonso Cláudio e Brejetuba

Barreira cai e interdita estrada que liga Afonso Cláudio e Brejetuba

A estrada de chão que liga Afonso Cláudio a Brejetuba, na Região Serrana do Espírito Santo, está totalmente interditada desde a tarde desta quinta-feira (08), devido a uma queda de barreira na chegada ao município do maior e melhor café do mundo. A interdição acontece nas proximidades da Fazenda do Berlamino Uliana.

Foto: Fernando Brum
Uma encosta cedeu na Serra do Berlarmino, na chegada de Brejetuba, e a estrada está interditada nos dois sentidos. Não há desvio de tráfego e a orientação é que os motoristas procurem outros caminhos para seguir viagem.

Até o fechamento desta matéria não conseguimos informações sobre a retirada da terra que cedeu.
Chuva forte causa enxurrada em Afonso Cláudio

Chuva forte causa enxurrada em Afonso Cláudio

A chuva que atingiu Afonso Cláudio, na Região Serrana do Espírito Santo, na tarde desta quinta-feira (08) provocou uma enxurrada que quase arrastou motocicletas. Durante o temporal, ruas e avenidas foram tomadas pelas águas que pareciam rios com forte correnteza. No Bairro da Grama, um muro caiu e ninguém ficou ferido. Já na praça central houve o registro da queda de uma árvore gigantesca.

Foto: Reprodução
A chuva forte que veio acompanhada de rajadas de vento, raios e trovões, teve início por volta das 16 horas. Imagens recebidas pelo Sempre em Dia mostram populares no Bairro São Vicente, retirando motocicletas da rua que mais parecia um rio. A enxurrada derruba uma placa de um estabelecimento comercial e quase arrasta os veículos.

As águas que desceram por uma parte da Avenida Felício Pereira de Souza, no bairro, chegaram ao centro da cidade, promovendo um alagamento na Avenida Presidente Vargas, no entorno da Prefeitura Municipal.

O comerciante Ceneilson Meira, viu a água quase entrar em seu bar. Da porta ele usou um telefone celular para filmar o alagamento. Vários veículos passavam pela avenida alagada fazendo com que a água avança-se em direção aos estabelecimentos.

Por volta das 19 horas uma árvore gigantesca caiu e assustou os frequentadores da Praça Aderbal Galvão, no centro de Afonso Cláudio. Por sorte no momento da queda, não tinha nenhuma criança brincando e ninguém passando.

Veja vídeos:

Centro, Afonso Cláudio.


Bairro São Vicente, Afonso Cláudio.


Bairro Campo 20, Afonso Cláudio.



Bairro da Grama, Afonso Cláudio.




Bairro São Vicente, Afonso Cláudio.
Sem macacos, humanos viram alvo principal de mosquitos da febre amarela

Sem macacos, humanos viram alvo principal de mosquitos da febre amarela

O massacre de macacos por humanos no Brasil devido ao surto de febre amarela não revela apenas a desinformação sobre a transmissão da doença: também pode prejudicar seu combate.


Isso porque, sem os primatas, os mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes - os vetores da febre amarela silvestre - devem ir atrás de sangue humano para se alimentarem, dizem especialistas ouvidos pela BBC Brasil.

Eles lembram que os macacos são os alvos preferidos desses insetos, que costumam voar na altura da copa das árvores.

Além disso, muitos primatas acabam desenvolvendo a doença e morrem.

Ao verificar um volume expressivo de corpos deles em determinada região, autoridades sanitárias e pesquisadores conseguem identificar a presença da febre amarela, traçar o possível trajeto do vírus - conforme os corredores da floresta existente - e planejar ações de imunização das pessoas.

A doença tem tido um impacto tão expressivo na população de macacos da Mata Atlântica que existe o temor, por exemplo, de que todos os bugios desapareçam das florestas do Rio de Janeiro.

Só este ano, dos 144 macacos mortos recolhidos pela Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses do Rio de Janeiro para testes de febre amarela, 69% foram executados - apresentavam várias fraturas ou veneno no organismo.

Em todo o ano passado, dos 602 animais mortos, 42% foram assassinados, segundo dados do órgão.

Nem o mico-leão-dourado escapou. Corpos de animais dessa espécie, ameaçada de extinção, também foram localizados com sinais de execução.

No Brasil, foram confirmados 777 casos de febre amarela entre dezembro de 2016 e agosto de 2017, com 266 mortes.

Reportagem: Nathalia Passarinho

Fonte: BBC Brasil

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 70 milhões

Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 70 milhões

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.012 da Mega-Sena, na noite desta quinta-feira (8) na cidade de Santana (AP). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 08 - 11 - 27 - 35 - 36 - 51.



A quina teve 107 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 32.506,98. Outras 6.828 apostas acertaram a quadra; cada uma ganhará R$ 727,72.

Excepcionalmente, serão três concursos nesta semana, como parte da "Mega Semana do Carnaval". O primeiro foi na terça (6); o último será no sábado (10). Normalmente, os sorteios ocorrem às quartas e sábados.

No concurso de sábado, o prêmio previsto é de R$ 70

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.
Árvore cai e assusta frequentadores da praça central de Afonso Cláudio

Árvore cai e assusta frequentadores da praça central de Afonso Cláudio

Uma árvore de grande porte caiu no início da noite desta quinta-feira (08), na Praça Aderbal Galvão, em Afonso Cláudio, na Região Serrana do Espírito Santo e assustou pedestres que estavam no local. Não há relatos de feridos no local.

Foto: Francismar Santos/Rádio Educadora 1.390 AM

A equipe da Rádio Educadora 1.390 AM estava no local e presenciou a queda às 19h13. O Francismar Santos, operador de transmissor da emissora, contou que estava conversando com um amigo a uns 10 metros de distância da árvore e viu toda a cena. Segundo ele muita gente que estava na praça se assustou com o forte barulho no momento.

“Estávamos sentados conversando quando vi que a árvore que fica no centro da praça começou a ceder. Sorte que não tinha nenhuma criança e ninguém passando quando ela caiu. Está todo mundo muito assustado,” contou.

Em entrevista ao Robson Lelê, na Rádio Educadora, o Secretário de Obras e Serviços Urbanos, Aroldo Martins, disse que fará o corte e remoção dos galhos da árvore da praça, na manhã desta sexta (09). Ele disse ainda que a árvore é antiga e que a raiz estava pobre o que pode ter causado a queda.


Assista ao vídeo:



segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Casa desaba após família deixar o local em Afonso Cláudio

Casa desaba após família deixar o local em Afonso Cláudio

Uma família escapou de uma provável tragédia na comunidade de Esplanada, no Bairro São Vicente em Afonso Cláudio, região serrana do Estado. As chuvas intensas que atingem o solo afonsoclaudense é o provável motivo do desabamento, ocorrido na noite deste domingo (04), por volta das 22 horas. Uma família que morava na casa de número 117, mudou-se do local, na última sexta-feira (02).

Foto: Kennedy Lenk/Rádio Educadora
Um morador relata que todos esses problemas são pequenos diante da necessidade das chuvas. “Graças a Deus quando a casa desabou não havia ninguém em seu interior. O resto é pouco, já que por muito tempo esperamos essas chuvas na nossa região, para dar fim aos problemas hídricos” relatou Damm, morador de Serra Pelada.

Andressa Vitali dos Reis, 22, residia com mais três filhos pequenos na casa e , segundo informações de vizinho, ela está no início de mais uma gravidez. Quatro vidas estavam sob um teto em condições precárias, cujo dono é residente no município de Brejetuba. Comprovamos in loco que dois cômodos foram ao chão, entretanto, o que sobrou em pé, corre o risco de cair.

Por sorte, três dias antes do desabamento dos cômodos, a família havia se mudado para uma casa no mesmo Bairro. No São Vicente existem outras residências comprometidas, cujos proprietários relatam que já buscaram ajuda ao Poder Público, por meio da Ação Social, mas até agora, sem respostas. São famílias sem as mínimas condições de bancarem uma reforma, conforme apuramos.

A previsão do Climatempo é de muita chuva na região até a próxima sexta-feira. A Defesa Civil Nacional alerta para os riscos de deslizamentos de terra e queda de árvores. Os rios ganharam grandes volumes de água, mas longe ainda de nível que preocupa. A novela sobre uma obra de contenção de talude deve ganhar mais alguns capítulos, mas a população do Morro da Cesan espera um final feliz. A obra, que estava prevista para ser entregue em 2016, se ruir, pode ocorrer uma tragédia.